OBITUARY DEATH METAL
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
OS 10 MELHORES ALBUNS DA DECADA DE 90
O quarto álbum do MEGADETH foi uma obra prima do thrash. Os riffs de Mustaine e Marty Friedman eram marcantes, e tinham também ótimos solos no álbum. As composições no "Rust In Peace" eram realmente fortes, com um monte de complexidade e variedade na estrutura musical, tempo e estilo. Pontos altos incluem "Hangar 18" e "Tornado Of Souls".
Este é o segundo melhor álbum do SLAYER, depois do clássico "Reign in Blood". "Seasons in the Abyss" combina a intensidade daquele álbum com um pouco mais de melodia. A banda refinou o som, mas sem perder nada da sua raiva ou agressividade. Da música de abertura "War Ensemble", de ranger os ossos, até a mais lenta "Expendable Youth", o SLAYER mostrou que eles podem destruir com qualquer tempo.
Depois de vários lançamentos independentes, este marcou o movimento do PANTERA para uma gravadora maior e a entrada do grupo na crítica e no comercial. "Dimebag" Darrell, ou "Diamond" Darrell como ele era chamado na época, brilhou com seus riffs criativos e solos brilhantes. Phil Anselmo mostrou um grande alcance vocal, indo do gutural até o falsetto. A música título e "Cemetary Gates" são duas das melhores canções deste álbum.
Depois de terminar a década de 80 com alguns álbuns medianos ("Turbo" de 1986 e "Ram It Down" de 1988), o JUDAS PRIEST começou os anos 90 com uma nota alta. "Painkiller" seria o último álbum com Rob Halford em mais que uma década, e o "Metal God" teve uma grande performance vocal neste trabalho. O novo baterista Scott Travis deu ao Priest uma injeção de energia, e isso combinado com os trabalhos geniais de guitarra de Glenn Tipton e K.K. Downing fizeram deste álbum o melhor da banda em anos.
A banda sueca ENTOMBED rugiu na cena com seu álbum de estreia. "Left Hand Path" é um trabalho bem influenciado no death metal que ajudou a colocar o death metal escandinavo no mapa. Ele é brutal, mas também possui melodia. É selvagem, porém simples, e influenciou legiões de bandas na Suécia e em todo o mundo.
Quando este álbum foi lançado em 1990 ele causou uma certa polêmica. O estilo extremo do death metal do DEICIDE, juntamente com a cruz invertida queimada na cabeça do frontman Glenn Benton e as letras blasfêmicas da banda, chocaram muitos. Mais do que apenas imagem, o DEICIDE colocou também músicas bem escritas, batidas ferozes e riffs memoráveis. A banda continua chocando, mas muitos ainda acham que o álbum de estreia foi o melhor.
Este foi o último álbum do ANTHRAX com o vocalista Joey Belladonna. "Persistence of Time" é sombrio e raivoso com letras cheias de politicagem, mas ainda tem uma abundância de melodia e grandes riffs do thrash. Uma das melhores músicas do álbum é "Got The Time", cover de Joe Jackson. "In My World" e "One Man Stands" também são pontos altos.
O DEATH ANGEL era uma banda de thrash da Bay Area que foi montada por cinco primos. "Act III", como você pode imaginar pelo título, foi o terceiro lançamento do grupo e seu primeiro em uma grande gravadora, a Geffen Records. Foi o melhor álbum do grupo, especialmente os trabalhos de guitarra de Rob Cavestany. Em adição ao speed metal, o DEATH ANGEL mixou partes mais lentas e acústicas, e até um pouco de funk para deixar as coisas mais saborosas. Eles acabaram não muito depois deste álbum ter sido lançado, mas se reuniram dez anos depois.
"Operation Mindcrime" foi um trabalho forte para ser sucedido, mas o QUEENSRYCHE fez um excelente trabalho com "Empire". Deu a eles um monte de atenção no mainstream e no rádio por causa do single "Silent Lucidity", e "Jet City Woman" também recebeu uma boa atenção. É um CD diverso e complexo, mesmo assim bastante cativante com toneladas de músicas memoráveis. Infelizmente este foi provavelmente o ponto mais alto do QUEENSRYCHE, e tanto as vendas e sucesso da crítica cairiam depois dele.
Apesar dele não ter um hit como "Mother", o segundo álbum do DANZIG era profundo e melhor. A banda melhorou tanto na composição das letras quanto na musicalidade. "II: Lucifuge" é mais hard que o de estreia, e o vocal de Glenn Danzig neste álbum foi o melhor trabalho dele. Não há enchimentos aqui, apenas um álbum com músicas
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